O que é sinistralidade e como reduzir o percentual da sua operadora de saúde 

O que é sinistralidade e como reduzir o percentual da sua operadora de saúde 

Entenda nesse post o que é sinistralidade e como reduzir significativamente o percentual da sua operadora de planos de saúde em pouco tempo! Um dos índices mais importantes na manutenção do benefício dos planos de saúde, a “sinistralidade”, em especial nas operadoras de saúde, é um termo bastante conhecido pelos profissionais da área, já que gera um grande impacto nos contratos com as empresas seguradas.

É essencial que toda operadora de saúde esteja atenda a respeito dessa métrica, considerando que ela terá um grande impacto na gestão financeira da organização. É importante também que haja um trabalho eficiente para reduzir a sinistralidade e essas medidas não são tão complicadas quanto parecem.

Aprenda, com esse artigo, o que exatamente é a sinistralidade e o que fazer para reduzir seu percentual em até 30%, gerando maior estabilidade e garantias para a operadora de saúde.

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Entenda o que é sinistralidade

A sinistralidade das operadoras de saúde está relacionada com os contratos que elas possuem com as empresas que oferecem seus serviços aos funcionários daquela corporação. Trata-se da relação entre o número de procedimentos realizados por um beneficiário através do plano de saúde e o valor pago à operadora pela empresa contratante, chamado de prêmio.

O nome sinistralidade vem da expressão “sinistro”, que é o termo dado a ação de realizar qualquer procedimento através do seguro, como consultas, exames, cirurgias etc. Quanto mais procedimentos o beneficiário realizar, maior é o índice de sinistralidade.

Por que o índice de sinistralidade é ruim para as operadoras de saúde?

Os custos que as empresas têm para manter um plano de saúde para seus funcionários acabam sendo bastante altos por uma série de fatores.

Mesmo diante dessa realidade, muitas organizações assumem essa conta porque sabem que esse é um dos principais benefícios que podem oferecer a seus colaboradores.

No entanto, um índice muito elevado de sinistralidade faz com que as contas fiquem altas demais, o que motiva muitas corporações a desistirem de bancar esse benefício para seus funcionários.

Precisamos considerar ainda que, na prática, a realização indiscriminada de procedimentos aumenta os custos da operadora de saúde, impactando nos valores dos reajustes praticados por ela. E esse é mais um motivo para as organizações abrirem mão do contrato.

No final das contas, percebemos que o alto índice de sinistralidade é ruim para as empresas contratantes, para as operadoras de saúde e consequentemente, para os beneficiários, que correm o risco de acabarem perdendo seu plano de saúde e o bom atendimento.

Medidas para reduzir o índice de sinistralidade nas operadoras de saúde

Como já mencionamos, uma das grandes missões das operadoras de saúde que querem manter sua gestão financeira sob controle é evitar os altos índices de sinistralidade.

Para que isso seja possível, algumas medidas podem ser adotadas, a fim de evitar que o segurado faça um uso desenfreado do seu plano de saúde, gerando um desequilíbrio entre sinistralidade e prêmio do seguro. Confira abaixo quais são as principais ações para esse propósito:

Estimular ações de prevenção

Grande parte das pessoas procuram auxílio médico somente quando as condições de saúde estão um tanto quanto delicadas. Nesses casos, pode ser necessária uma intervenção médica por vezes complexa, muitas consultas, realização de muitos exames, tratamento longo e até intervenção cirúrgica.

Para evitar situações como essas é essencial que o beneficiário siga uma rotina de consultas e exames preventivos e não apenas procure um médico quando já estiver com sintomas graves. Isso serve principalmente para pessoas idosas que costumam ter uma saúde mais delicada.

Fazendo assim, será possível ter um diagnóstico precoce de alguma possível doença, tornando o tratamento mais fácil e rápido.

Essa medida é importante não apenas para as operadoras, mas também para o próprio beneficiário, dada a importância de um diagnóstico na fase inicial de qualquer doença.

Incentivar o uso consciente do plano de saúde

A operadora de saúde pode produzir materiais informativos e até realizar palestras no intuito de orientar os beneficiários quanto à forma mais consciente de utilizarem seu plano de saúde.

Essa ação será eficiente, tanto para o estímulo de ações preventivas, quanto para orientação sobre consultas desnecessárias, que é algo muito comum de ocorrer quando o beneficiário não precisa pagar nada pelo atendimento.

Estimular a adoção de hábitos saudáveis

Um dos principias motivos que levam as pessoas a precisarem de atendimento médico é o estilo de vida desregrado que costumam seguir.

Alimentação ruim, falta de exercícios físicos, excesso de trabalho e falta de lazer são alguns dos elementos que fazem as pessoas ficarem doentes, e estimular hábitos de vida saudáveis, além de ações que proporcionem bem-estar pode ser uma forma eficiente de ajudar os beneficiários a manterem sua saúde em boas condições.

Valor do prêmio também conta

Além das ações para evitar o número elevado de atendimento médico, existe outra medida muito importante para diminuir os altos índices de sinistralidade nas operadoras de saúde: a conformidade no valor do prêmio.

Para que não haja riscos de sofrer facilmente com esse desequilibro entre valor gasto com sinistros e prêmio, é preciso que as operadoras pratiquem o preço suficiente para cobrir os custos necessários com os serviços e não tenha surpresas no decorrer do contrato.

Muitas operadoras, principalmente as que estão ingressando no mercado, querem conquistar o cliente pelo preço e acabam cobrando um valor abaixo daquele que está em conformidade com os serviços oferecidos.

Diante dessa realidade, logo cedo começam a perceber que esse não foi o melhor caminho. Nesse caso, é melhor prevenir do que remediar. Por esse motivo, as definições de valores precisam ser muito bem pensadas.

Entender e saber diminuir a sinistralidade das operadoras de saúde é essencial para os profissionais desse ramo, mas existem outras questões importantes que precisam ser consideradas e compreendidas no que diz respeito à gestão das operadoras.

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