Gestão de operadoras de planos de saúde: desafios e oportunidades na pandemia COVID-19

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Gestão de operadoras de planos de saúde: desafios e oportunidades na pandemia COVID-19

Por mais que os sistemas de gestão de planos de saúde sejam adaptados para lidar com ambientes imprevisíveis, a vinda da pandemia de COVID-19 exigiu o afastamento de práticas convencionais em hospitais – o que, de fato, colaborou para desafios, até então, impensáveis.

Nesse artigo você conhecerá quais foram esses desafios enfrentados e como o SAUDI – Sistemas de Auditoria de Contas Médicas, potencializa as oportunidades que incrivelmente surgiram com o Coronavírus, além de outras vantagens que a tecnologia trouxe para esse momento.

Acompanhe a leitura e entenda agora:

Entenda os desafios que a pandemia trouxe para os gestores de plano de saúde

Um dos desafios que certamente impacta de forma direta no auxílio de um atendimento eficaz às vítimas é a organização de um hospital preparado para receber uma superlotação de forma menos danosa possível. O que exige, também, um redesenho em tempo ágil do modelo de atendimento aos pacientes, tendo em vista que a maioria dos associados irão apresentar sintomas altamente infectocontagiosos.

Sendo assim, os hospitais pertencentes à rede credenciada deverão dispor de alguns cuidados, como disponibilizar um totem de álcool em gel para todos, além de separar as salas com janelas para o atendimento e dividir todo o ambiente em alas próprias para receber quem apresenta os sinais de quem possui indícios de outras doenças.

Além disso, foi preciso também que os convênios descobrissem outras maneiras de atender aos usuários, especialmente quando o distanciamento social se instaurou e as pessoas pararam de procurar os hospitais e consultas rotineiras para demais patologias.

Essa atitude, que ajudava também a zelar pela saúde física e mental dos médicos e enfermeiros, também foi atrelado à perda financeira dos cancelamentos de consultas de rotina e procedimentos eletivos que ajudavam a fechar as contas.

Com isso, muitos planos de saúde tiveram que investir em atendimentos por telefone, teleatendimentos e, acima de tudo, angariar uma equipe pronta para lidar com todas as necessidades que já não estavam mais no campo físico de uma consulta padrão.

Algumas gestoras de plano de saúde, inclusive, seguiram tal exemplo e criaram uma linha própria para atender aos pacientes com COVID nos primeiros sintomas, tendo um médico que avaliaria por telefone a gravidade da condição e indicaria a procura pelo atendimento emergencial – a exemplo do 136, criado pelo Ministério da Saúde.

Outro ponto relevante também foram os desafios enfrentados acerca dos exames para saber se a os credenciados estavam contaminados. Inicialmente, havia uma polêmica em torno de quais testagens seriam cobertas pelo valor, qual teria reembolso e quais seriam negadas. Apesar de muitas liminares e discussões foi possível chegar a um acordo.

Descubra as oportunidades geradas durante este período

A crise deu oportunidades para mostrar a toda a população a vida como ela é: imprevisível. E tal adversidade, é claro, realçou mais do que nunca a necessidade de um plano de saúde para esses momentos emergenciais, especialmente quando boa parte dos hospitais públicos contava com leitos esgotados.

Para se ter uma ideia, a consciência em torno disso foi tão grandiosa que uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) revelou uma maior procura dos beneficiários pelos convênios.

Além disso, ao observar também os dados sobre operadoras de saúde de pequeno e médio porte, ainda segundo a ANS, é possível perceber que de 181 operadoras que contribuíram com a análise da pesquisa em questão, 72 empresas relataram a mesma tendência em suas gestões.

Qual tendência seria essa? A queda de sinistralidade, a melhora do fluxo de caixa e o controle das taxas de inadimplência, o que aponta um esforço da população para arcar com o compromisso financeiro, mesmo em períodos de extrema crise em todo o país.

Outro ponto de vista possível de se observar é o surgimento de novos modelos de atendimento ambulatorial, como a telemedicina. Tal prática, apesar de desafiadora, foi intensificada com o intuito de garantir a segurança de pacientes não contaminados em hospitais e acabou, também, contribuindo para a agilidade dos atendimentos.

Aliás, essa ferramenta de conexão incentivou uma maior comodidade para as empresas de saúde propor aos seus clientes uma série de aplicativos próprios para isso. Assim, por esta tecnologia, eles podiam realizar marcações, ter informações mais detalhadas da consulta e até mesmo entrar em videochamada com o médico pela plataforma. Já pensou quão prático isso pode ser?

Ademais, outra questão muito importante também foi a visibilidade voltada para a saúde mental da população. Com um momento de estresse coletivo e da necessidade de isolamento social, o incentivo à busca por profissionais voltados a essa área se mostrou mais presente.

Tendo em vista que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo e 12% da população lida com a depressão, foi possível perceber que a pandemia aumentou esse número de maneira alarmante, chegando aos 80% e 90% respectivamente.

Logo, apesar de ser uma taxa cruel, tais porcentagens serviram para que os convênios se atentassem para a saúde que vai além do campo físico, abrindo oportunidades para que os associados tivessem acesso mais abrangente a terapeutas e psiquiatras. Uma vitória para quem necessita e precisava lidar com números escassos de sessões, além de limite de tempo para o atendimento.

Saiba como a tecnologia pode fazer a diferença

Sem dúvida, a internet tem sido uma aliada para todos os profissionais que atuam nessa área, pois ela facilita o compartilhamento de informações em tempo real, otimiza processos e cria conexões de forma segura entre médico- paciente.

Pensando nisso, o SAUDI auxilia a gestores, analistas e auditores de contas médicas com um software pensado especialmente para manter a saúde financeira das operadoras. Com ele, é possível automatizar o processo de auditoria das contas entre as organizações e os prestadores de serviços. Tudo de forma simplificada e ágil, desde a solicitação da autorização de procedimentos médicos até a liberação para pagamento.

O app do beneficiário suporta agendamento on-line de consultas diretamente com a rede credenciada mais próxima do cliente. Dessa maneira, nossa plataforma reduz custos desnecessários e auxilia que as empresas da área de saúde entreguem os melhores resultados a seus pacientes por meio de uma gestão de qualidade dos custos assistenciais. Se interessou?

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